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30 ago 2019

Indicador Ambiental: Ensaios Ecotoxicológicos com organismos nativos

Mantendo o pioneirismo quando o assunto é ecotoxicologia, a APLYSIA se mantém na vanguarda sendo o primeiro laboratório privado no Brasil ao implementar ensaios ecotoxicológicos com espécies nativas de ambientes dulcícolas.

Hoje ensaios padronizados são prioritários ao se definir um plano de monitoramento ecotoxicológico, e quando se fala em ambiente dulcícola os ensaios ecotoxicológicos com os microcrustáceos Daphnia similis e Ceriodaphnia dubia são os mais comuns. No entanto, estas espécies, apesar de amplamente utilizadas no Brasil, são exóticas.

Pensando em imprimir a relevância ecológica, é de extrema importância a realização de ensaios com espécies representativas do ambiente de estudo, explica Bruna Horvath, Gerente técnica do laboratório APLYSIA. Por este motivo, implementou-se no laboratório ensaios com os organismos nativos Daphnia leavis e Ceriodaphnia silvestrii, esta última inclusive padronizada e recomendada pela ABNT. Ambos os organismos são espécies tropicais, muito comuns em corpos d’água brasileiros e por isso se mostram como excelentes indicadores ambientais.

Com um sistema de logística capaz de garantir a preservação das amostras até a entrada no laboratório, a APLYSIA já realizou mais de 24 mil ensaios ecotoxicológicos entre amostras de água, efluentes, produtos químicos e fluidos de todas as regiões do Brasil.

 

Entendendo a Ecotoxicologia:

Os ensaios de toxicidade são complementares às análises físico-químicas. São estudos realizados sob condições experimentais controladas, com o objetivo de entender a toxicidade de substâncias, efluentes industriais e amostras ambientais em águas ou sedimentos. Nesses ensaios, os organismos são expostos às amostras estudadas e os efeitos tóxicos produzidos sobre eles são observados.

Estes ensaios são ferramentas para avaliar a qualidade das águas e para determinar a carga poluidora de efluentes, juntamente com as análises físico-químicas tradicionais, cujos limites encontram-se estabelecidos nas legislações ambientais. “Enquanto as análises químicas identificam e quantificam as concentrações das substâncias tóxicas, os ensaios de toxicidade avaliam o efeito dessas substâncias sobre sistemas biológicos. Assim, as análises químicas e os testes de toxicidade se complementam”, explica  Evaldo Espindola, professor da USP.

 

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