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Avaliação da Estações de Tratamento de Efluentes


Como é feita a Avaliação da Estação de Tramento de Efluentes?


O método utilizado pela APLYSIA para avaliação e melhoria de performance de Estações de Tratamento de Efluentes - ETE's, baseia-se em estudos da microbiologia do efluente.

As Estações de Tratamento de Efluentes -ETE's geralmente são de tratamento biológico, ou seja, os contaminantes são degradados pela sua microbiologia aeróbica e anaeróbica.

A queda da eficiência da Estação de Tratamento de Efluentes - ETE por problemas na microbiologia (morte de algumas espécies ou proliferação de bactérias filamentosas - bulking) vai ocasinar problemas na concentração de sólidos, de matéria orgânica e turbidez, fazendo com que o efluente não atenda aos padrões de qualidade estabelecidos e exigidos por normas legais.

A técnica aplicada pela APLYSIA permite diagnosticar as causas da queda de performance da Estação de Tratamento de Efluentes - ETE, bem como, indicar soluções para os problemas identificados. Diferentemente do método tradicional, que analisa amostras periódicas do efluente para a medição de parâmetros físico-químicos e busca soluções aleatórias ou variadas (adição de produtos químicos ou injeção de oxigênio).


Quando avaliar as Estações de Tratamento de Efluentes?


 
marcador verde  Quando se pretende implantar uma Estação de Tratamento de Efluentes e ter uma consultoria especializada para o start up à unidade.
 
marcador verde  Quando a empresa identifica queda de desempenho na Estação de Tratamento de Efluentes e precisa diagnosticar o problema.
 
marcador verde  Quando a Estação de Tratamento de Efluente está precisando de avaliações e análises microbiológicas.
 
marcador verde  Quando a empresa busca realizar monitoramentos e consultorias preventivas para manter o pleno funcionamento das ETES e melhorar a qualidade do efluente.
 
marcador verde  Quando o gestor de meio ambiente necessita de relatórios avançados com análises microbiológicas e ocorrências ambientais e operacionais, de forma objetiva, para tomada de decisões estratégicas.
 
marcador verde  Quando a Estação de Tratamento de Efluentes - ETE já está estável, mas o gestor busca redução de custos.

 

 

Detalhamento técnico


Elas recebem os resíduos líquidos gerados no processo industrial e fazem o tratamento do efluente antes de ser despejado no corpo receptor, seja mar, rio ou lagoa. São nelas que são realizados os tratamentos necessários para retirar as impurezas do efluente e devolvê-lo tratado à natureza. As Estações de Tratamento de Efluentes, as ETEs, assumem papel estratégico em qualquer atividade industrial, seja de pequeno, médio ou grande porte. Por isso, entender o funcionamento de uma ETE é pré-requisito para empresas que tenham como premissa atender aos padrões de qualidade exigidos por normais legais de controle do meio ambiente.

Saber identificar a origem da queda de eficiência das ETEs e definir a melhor operação para desenvolver microrganismos é uma tarefa complexa. O método tradicional utilizado para avaliação e melhoria de performance de ETEs baseia-se em analisar as amostras periódicas do efluente para medição de parâmetros físico-químicos, sem precisar a solução a médio e a longo prazo para o problema. Na APLYSIA, o método é mais avançado e consiste em estudo microbiológico do lodo, capaz de identificar a real deficiência, gerar relatórios levando em conta as ocorrências ambientais e operacionais, com diagnóstico completo e indicação das soluções para o problema.

A empresa começa o estudo pela análise dos microorganismos que se alimentam dos resíduos líquidos depositados no efluente e servem para garantir o equilíbrio e a limpeza do ambiente. Os microorganismos variam de acordo com o tipo de resíduo líquido gerado pela indústria e dependem de uma série de fatores para sobreviverem e atuarem de forma eficiente, como temperatura, pH e oxigênio.

Se todos os fatores funcionam de forma correta, as ETEs também fazem o tratamento de forma adequada. No entanto, qualquer desequilíbrio em um dos componentes altera o funcionamento dos microrganismos comprometendo a atividade da unidade de tratamento.

O estudo desenvolvido pela APLYSIA conta com análise microscópica da com identificação das espécies de bactérias, além do acompanhamento da densidade populacional das espécies que habitam a estação. Este monitoramento permite à APLYSIA precisar se o número de microrganismos está na quantidade e com saúde adequada ao resíduo a ser tratado, sendo possível interpretar e avaliar as causas da queda de performance das estações.
O método fornece relatórios com diversos dados, periodicamente, permitindo ao gestor uma visão completa do funcionamento da estação de tratamento de efluentes, os últimos desvios no funcionamento, os principais problemas, com números e gráficos, apontado as melhores soluções de mercado, com ações direcionadas e específicas.

Além de avaliar a qualidade das ETEs, a APLYSIA também tem expertise para ser a responsável pela implantação de uma nova estação, desenvolvendo a microbiologia para o sistema funcionar de forma correta, treinando os operadores, acompanhando o start up da unidade e monitorando as primeiras ocorrências. O trabalho de consultoria acelera a estabilização da nova planta e funciona como uma ação preventiva, diminuindo o tempo gasto para manutenção e garantindo custos operacionais reduzidos.

 

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